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Um novo dispositivo percutâneo que integra a administração de anestésico local e a estimulação elétrica (neuromodulação) de nervos periféricos está em desenvolvimento, prometendo uma abordagem dual para o manejo da dor pós-operatória. Este estudo piloto explora a viabilidade e segurança da tecnologia, que utiliza um cateter sobre agulha para inserção guiada por ultrassom, com potencial significativo para a prática anestesiológica brasileira no controle da dor aguda.
Dispositivo Analgésico Percutâneo Inovador: Combinando Anestesia Local e Neuromodulação para o Manejo da Dor Pós-Operatória
Um novo dispositivo percutâneo que integra a administração de anestésico local e a estimulação elétrica (neuromodulação) de nervos periféricos está em desenvolvimento, prometendo uma abordagem dual para o manejo da dor pós-operatória. Este estudo piloto explora a viabilidade e segurança da tecnologia, que utiliza um cateter sobre agulha para inserção guiada por ultrassom, com potencial significativo para a prática anestesiológica brasileira no controle da dor aguda.

A busca por práticas mais ecológicas na anestesiologia é uma tendência global, visando reduzir o impacto ambiental dos gases anestésicos e do descarte hospitalar. Este movimento representa um desafio e uma oportunidade para anestesiologistas brasileiros adotarem abordagens mais sustentáveis, alinhando a segurança do paciente com a responsabilidade ambiental. É crucial explorar alternativas e otimizar processos para um futuro mais verde na medicina.
Anestesia Sustentável: Desafios e Oportunidades para a Prática Anestesiológica no Brasil
A busca por práticas mais ecológicas na anestesiologia é uma tendência global, visando reduzir o impacto ambiental dos gases anestésicos e do descarte hospitalar. Este movimento representa um desafio e uma oportunidade para anestesiologistas brasileiros adotarem abordagens mais sustentáveis, alinhando a segurança do paciente com a responsabilidade ambiental. É crucial explorar alternativas e otimizar processos para um futuro mais verde na medicina.
A medicina paliativa é uma especialidade que promove a qualidade de vida de pacientes e familiares que estejam lidando com uma doença ameaçadora da vida. A palavra “paliativo” vem do latim “pallium” e “palliare”, que significam respectivamente “manto protetor” e “proteger”, “acolher” e “amparar”. Os
Medicina paliativa: o que é, atuação do médico e como se especializar
A medicina paliativa é uma especialidade que promove a qualidade de vida de pacientes e familiares que estejam lidando com uma doença ameaçadora da vida. A palavra “paliativo” vem do latim “pallium” e “palliare”, que significam respectivamente “manto protetor” e “proteger”, “acolher” e “amparar”. Os

Esta revisão sistemática aborda as disparidades raciais na acurácia da oximetria de pulso, um tema de crescente relevância para a prática anestésica no Brasil. Ela quantifica o viés de medição, avalia seus efeitos clínicos potenciais e destaca as implicações para a segurança do paciente, especialmente em populações miscigenadas. O estudo aponta a necessidade urgente de aprimorar a equidade no desempenho dos dispositivos médicos em nosso contexto.
Disparidades Raciais na Oximetria de Pulso: Viés de Medição e Implicações Clínicas na Anestesiologia Brasileira
Esta revisão sistemática aborda as disparidades raciais na acurácia da oximetria de pulso, um tema de crescente relevância para a prática anestésica no Brasil. Ela quantifica o viés de medição, avalia seus efeitos clínicos potenciais e destaca as implicações para a segurança do paciente, especialmente em populações miscigenadas. O estudo aponta a necessidade urgente de aprimorar a equidade no desempenho dos dispositivos médicos em nosso contexto.

A Sociedade Europeia de Anestesiologia e Terapia Intensiva (ESAIC) endossa o monitoramento contínuo e não invasivo de hemoglobina, uma tecnologia que promete otimizar o manejo transfusional e a segurança do paciente. Esta recomendação é particularmente relevante para a prática anestesiológica no Brasil, oferecendo uma ferramenta valiosa para a tomada de decisões em tempo real e a redução de riscos associados à anemia perioperatória.
ESAIC Recomenda Monitoramento Contínuo e Não Invasivo de Hemoglobina: Um Avanço para a Anestesiologia Brasileira
A Sociedade Europeia de Anestesiologia e Terapia Intensiva (ESAIC) endossa o monitoramento contínuo e não invasivo de hemoglobina, uma tecnologia que promete otimizar o manejo transfusional e a segurança do paciente. Esta recomendação é particularmente relevante para a prática anestesiológica no Brasil, oferecendo uma ferramenta valiosa para a tomada de decisões em tempo real e a redução de riscos associados à anemia perioperatória.

Um estudo recente destaca o potencial da anestesia intravenosa para mitigar significativamente as emissões de dióxido de carbono, um tópico de crescente relevância para a prática anestesiológica no Brasil. A adoção de técnicas intravenosas pode alinhar a anestesiologia brasileira com práticas globais de sustentabilidade e responsabilidade ambiental, sem comprometer a segurança do paciente.
Anestesia Intravenosa Reduz Drasticamente Emissões de CO₂: Um Impacto Ambiental Equivalente ao da Dinamarca
Um estudo recente destaca o potencial da anestesia intravenosa para mitigar significativamente as emissões de dióxido de carbono, um tópico de crescente relevância para a prática anestesiológica no Brasil. A adoção de técnicas intravenosas pode alinhar a anestesiologia brasileira com práticas globais de sustentabilidade e responsabilidade ambiental, sem comprometer a segurança do paciente.
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