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Pesquisador em IA — Central Michigan University
Estudante de medicina na Central Michigan University College of Medicine, Saginaw. Pesquisador em inteligência artificial aplicada à anestesia pediátrica. Autor principal de revisão sistemática apresentada no ANESTHESIOLOGY® 2025 (ASA) sobre IA em anestesia pediátrica.
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Esta revisão sistemática aborda as disparidades raciais na acurácia da oximetria de pulso, um tema de crescente relevância para a prática anestésica no Brasil. Ela quantifica o viés de medição, avalia seus efeitos clínicos potenciais e destaca as implicações para a segurança do paciente, especialmente em populações miscigenadas. O estudo aponta a necessidade urgente de aprimorar a equidade no desempenho dos dispositivos médicos em nosso contexto.
Esta revisão sistemática aborda as disparidades raciais na acurácia da oximetria de pulso, um tema de crescente relevância para a prática anestésica no Brasil. Ela quantifica o viés de medição, avalia seus efeitos clínicos potenciais e destaca as implicações para a segurança do paciente, especialmente em populações miscigenadas. O estudo aponta a necessidade urgente de aprimorar a equidade no desempenho dos dispositivos médicos em nosso contexto.

Este relato de caso aborda uma complicação rara, porém grave, da nefrolitotomia percutânea (NLPC): o hemotórax maciço de apresentação oculta. Destaca a importância do ultrassom point-of-care (POCUS) como ferramenta diagnóstica e terapêutica essencial para anestesiologistas no manejo rápido e eficaz dessa emergência, otimizando desfechos em um cenário cirúrgico urológico comum no Brasil.
Este relato de caso aborda uma complicação rara, porém grave, da nefrolitotomia percutânea (NLPC): o hemotórax maciço de apresentação oculta. Destaca a importância do ultrassom point-of-care (POCUS) como ferramenta diagnóstica e terapêutica essencial para anestesiologistas no manejo rápido e eficaz dessa emergência, otimizando desfechos em um cenário cirúrgico urológico comum no Brasil.

O tremor perioperatório (TPO) é uma complicação comum na recuperação anestésica, cujos mecanismos complexos vão além da simples termorregulação, envolvendo eixos neuroimunoinflamatórios. Este artigo explora as pesquisas mais recentes na abordagem integrada entre a medicina tradicional chinesa e a medicina ocidental para o manejo do TPO, oferecendo insights valiosos para a prática anestesiológica no Brasil. Compreender esses avanços é crucial para otimizar o conforto e a segurança dos pacientes n
O tremor perioperatório (TPO) é uma complicação comum na recuperação anestésica, cujos mecanismos complexos vão além da simples termorregulação, envolvendo eixos neuroimunoinflamatórios. Este artigo explora as pesquisas mais recentes na abordagem integrada entre a medicina tradicional chinesa e a medicina ocidental para o manejo do TPO, oferecendo insights valiosos para a prática anestesiológica no Brasil. Compreender esses avanços é crucial para otimizar o conforto e a segurança dos pacientes n

Este estudo compara a eficácia da bupivacaína lipossomal com a bupivacaína padrão no bloqueio do plano transverso abdominal (TAP) para analgesia pós-operatória em cesarianas eletivas. A pesquisa é crucial para anestesiologistas brasileiros que buscam otimizar o manejo da dor e reduzir o consumo de opioides em pacientes obstétricas, avaliando se a formulação lipossomal oferece uma vantagem significativa na prolongação do efeito analgésico.
Este estudo compara a eficácia da bupivacaína lipossomal com a bupivacaína padrão no bloqueio do plano transverso abdominal (TAP) para analgesia pós-operatória em cesarianas eletivas. A pesquisa é crucial para anestesiologistas brasileiros que buscam otimizar o manejo da dor e reduzir o consumo de opioides em pacientes obstétricas, avaliando se a formulação lipossomal oferece uma vantagem significativa na prolongação do efeito analgésico.

A doença renal crônica (DRC) eleva significativamente o risco perioperatório, impondo desafios metabólicos, cardiovasculares e hematológicos à prática anestésica. Este estudo transversal, embora realizado na África Subsaariana, oferece insights valiosos sobre o manejo anestésico e desfechos cirúrgicos em pacientes com DRC, um tema de crescente relevância para anestesiologistas brasileiros que lidam com essa população complexa.
A doença renal crônica (DRC) eleva significativamente o risco perioperatório, impondo desafios metabólicos, cardiovasculares e hematológicos à prática anestésica. Este estudo transversal, embora realizado na África Subsaariana, oferece insights valiosos sobre o manejo anestésico e desfechos cirúrgicos em pacientes com DRC, um tema de crescente relevância para anestesiologistas brasileiros que lidam com essa população complexa.

A dor crônica pós-cirúrgica (DCPS) e o uso crônico de opioides (UCO) após cirurgias representam desafios significativos de saúde pública. Anestesiologistas desempenham um papel crucial na modulação da dor aguda intraoperatória, influenciando diretamente a trajetória para a cronicidade da dor e a dependência de opioides, um tema de crescente relevância no Brasil.
A dor crônica pós-cirúrgica (DCPS) e o uso crônico de opioides (UCO) após cirurgias representam desafios significativos de saúde pública. Anestesiologistas desempenham um papel crucial na modulação da dor aguda intraoperatória, influenciando diretamente a trajetória para a cronicidade da dor e a dependência de opioides, um tema de crescente relevância no Brasil.

A escolha da posição do paciente em neurocirurgia, especialmente as posições sentada, semissentada ou reclinada, é crucial para o sucesso do procedimento na fossa posterior. Este artigo aborda as particularidades do manejo anestésico perioperatório para essas posições, destacando os desafios e as estratégias para anestesiologistas brasileiros, visando a segurança e o melhor desfecho para o paciente.
A escolha da posição do paciente em neurocirurgia, especialmente as posições sentada, semissentada ou reclinada, é crucial para o sucesso do procedimento na fossa posterior. Este artigo aborda as particularidades do manejo anestésico perioperatório para essas posições, destacando os desafios e as estratégias para anestesiologistas brasileiros, visando a segurança e o melhor desfecho para o paciente.

Novas pesquisas do MIT estão impulsionando o desenvolvimento de tecnologias de Inteligência Artificial para auxiliar anestesiologistas, prometendo otimizar a tomada de decisões e a segurança do paciente. Este avanço é particularmente relevante para a prática brasileira, onde a inovação pode aprimorar a eficiência e a qualidade dos cuidados anestésicos.

A 71ª edição do Theodore H. Stanley Update em Anestesiologia da Universidade de Utah reforça a importância da educação contínua e do treinamento prático na formação e atualização de anestesiologistas. Este evento oferece uma oportunidade valiosa para profissionais brasileiros se inspirarem em modelos de aprimoramento técnico e científico, essenciais para a excelência na prática clínica.

Hospital Jayme Santos Neves abre residência em Anestesia Folha Vitória

Governo do Brasil anuncia 3 mil novas bolsas de residência médica e edital para contratação de 900 especialistas no SUS www.gov.br

CFM proíbe uso de anestesia para tatuagens estéticas no Brasil Educa Mais Brasil

Anestesista se distrai no celular e criança de 4 anos morre na Argentina CNN Brasil

O Instituto SBA realizou, no dia 22 de março de 2026, a 39ª edição do Módulo I do Curso ETTI (Ecocardiografia Transtorácica e Transesofágica no Intraoperatório), reforçando seu compromisso com a formação e o aprimoramento contínuo dos anestesiologistas.
O Instituto SBA realizou, no dia 22 de março de 2026, a 39ª edição do Módulo I do Curso ETTI (Ecocardiografia Transtorácica e Transesofágica no Intraoperatório), reforçando seu compromisso com a formação e o aprimoramento contínuo dos anestesiologistas.
Editorial multinacional publicado na Anesthesia & Analgesia (Warner et al., 2022, 62 citações) reúne perspectivas de especialistas de 12 países sobre os próximos passos para melhorar a segurança anestésica mundial até 2030. Da África ao Japão, as iniciativas revelam um campo em transformação acelerada.
Editorial multinacional publicado na Anesthesia & Analgesia (Warner et al., 2022, 62 citações) reúne perspectivas de especialistas de 12 países sobre os próximos passos para melhorar a segurança anestésica mundial até 2030. Da África ao Japão, as iniciativas revelam um campo em transformação acelerada.
Em balanço publicado em dezembro de 2025, a SAESP reflete sobre o legado de excelência da anestesiologia paulista e traça perspectivas para o futuro da especialidade no Brasil, com destaque para IA, cirurgia robótica e formação.
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